Bienal do livro de Maceió, a difícil arte de livros - Parte V - Por Antônio Saracura


Fiquei encantado com o sucesso de público da Bienal do livro de Maceió. Nos dois últimos dias, o Jaraguá entupiu. O povo do mundo inteiro acorreu ávido. O livro é um ente mágico e atrai, amigueiro, até quem nunca leu um. Na Bienal do Itabaiana aconteceu o mesmo fenômeno, esperávamos cinquenta mil pessoas e tivemos mais de cem mil anotados pelos apontadores eletrônicos do shopping Peixoto. Em todas as bienais é assim.

Xxx Os escritores sergipanos, os que acham que seus livros merecem ler lidos, não podem ficar de fora das Bienais. Muitos nem se ligam na de Itabaiana que fica a quatro passos, o que é muito estranho. Então nem deveriam se chamar de Escritor.


Os primeiros, que acham que merecem ser lidos, precisamos achar uma maneira de participar, legalmente, seja com um stand, que tenha nossa marca: Literatura Sergipana, Livros de Sergipe, ou outra que nos dignifique. Isso para o caso das bienais continuarem discriminando o autor independente, não lhes franqueando um espaço perene, enquanto a feira durar. O que é o mais provável, ou melhor, é quase certo que discriminem.

As trinta academias de letras instaladas, as revistas e a mídia, também as gráficas e editoras em atividade podem cobrir o custo de um stand.

Os autores assumiriam seus custos pessoais até com patrocínios buscados particularmente. E temos Domingos Pascoal de Melo, guerreiro da Academia Sergipana de Letras, acostumado a coordenar a execução de grandes projetos de sucesso: instalações das academias literárias, Concursos literários, O Escritor nas Escolas, Escritor na Livraria, entre outros.

Eu me candidato a compor a equipe (espero que Pascoal me aceite, prometo colaborar mais) desse: A Literatura Sergipana nas Bienais Literárias.

Antônio Saracura


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2020 Domingos Pascoal

Aracaju, Sergipe