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Aracaju, Sergipe

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Bienal do livro de Maceió, a difícil arte de vender livros - Parte I - Por Antônio Saracura

18/11/2019

Bons amigos nascerão certamente quando cada um dos que levaram para casa meus livros lerem e se encantarem. Estou mais no Palácio da Associação Comercial acolhido pelas academias de letras, que me deram um cantinho para guardar minha mala de livros. Não sei se devo oferecer meu produto aqui, talvez tomando clientes dos imortais que lançam livros. Então saio andando, como penitente, pelas ruas e pelos espaços que a Bienal ocupa, são muitos e um tanto dispersos. Minha esposa navega melhor do que eu vai me orientando. Ela é minha esperança e segurança nessas aventuras.

 

Amanhã à noite, vou ocupar, oficialmente, a sala de lançamentos reservada a autores independentes (sem editora), a praça de autógrafos Paraiso de Papel. Fui conhecer o ambiente, ver o que me espera. Lá estava Rafael, que conheci em Paulo Afonso e em Itabaiana, neto do poeta de Cristo; ele é repentista e anima qualquer festa. Também Jorge Calheiros (estrela maior do cordel alagoano), Alexandra Lacerda, Sylvano Gabriel e outros cordelistas... Era a vez dos poetas. O espaço estava vazio enquanto os standes da editoras e livreiros, num plano mais baixo, fervilhava de gente comprando. Nem Rafael com sua viola afinada fazia o povo subir os degraus da catacumba romana.

Quero ver como vai na minha vez, pois nem tocar ou cantar eu sei.
É certo que trago três santos fortes: Pássaros do Entardecer, Minha querida Aracaju Aflita e Os Tabaréus do Sítio Saracura. 
Mas apenas eu sei disso, ou faço de conta que sei. 

 

Antônio Saracura
 

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